quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Santuário Dom Bosco - Turismo em Brasília

Inaugurado no ano de 1980, merece destaque por seus belos vitrais coloridos sustentados por grantes arcos.
O Santuário Dom Bosco é uma homenagem ao padroeiro da cidade, o santo São João Melchior Bosco.
O projeto é de um ex-aluno de Niemeyer, Carlos Alberto Naves, tem 80 colunas estilo Brise Soleil que se fecham em arcos góticos.
O lustre, que é destaque, possue 7,4 mil peças de vidro murano, 180 lâmpadas e com peso aproximado de 3 toneladas.
A arte nas portas contam a história de Dom Bosco e de seu sonho premonitório que indicara o local onde seria a construção da Capital Federal.
A escultura de Cristo é uma obra de Gotfredo Traller. O artista utilizou-se de um único tronco de cedro para entalhar a figura de Jesus com 4,3 m de envergadura e está sobre uma cruz de 8 m.

Fontes: 

http://www.venhaparabrasilia.com.br/a-cidade/santuario-dom-bosco

http://www.santuariodombosco.org.br/santuario.php



Los 24 Escalones Y Joan Miró - Museu Nacional


"LOS 24 ESCALONES Y JOAN MIRÓ"
de 29 de setembro a 21 de novembro de 2010. De terça a domingo, das 9h às 18h30
Museu Nacional do Conjunto Cultural da República - Brasília (Setor Cultural Sul - Lote 2, próximo à Rodoviária do Plano Piloto, Eixo Monumental)
grátis

Los 24 Escalones y Joan Miró" apresenta 18 obras de Miró. Os visitantes observarão pinturas, litografias, esculturas, um filme e um livro. Poderão se deleitar com trabalhos de Javier Arce, Raúl Belinchón, Diana Larrea, Abigail Lazkoz e Juan López, inspirados em Juan Miró.

Por que "Os 23 degraus"?
O nome foi inspirado no romance de John Buchan "Os Trinta e Nove Degraus" que Alfred Hitchcock levou às telas do cinema.
A exposição homenageia um grupo de jovens artistas que participaram de uma ação em memória do aniversário de 25 anos de morte de Miró, em 2008.
"O Surrealismo foi um movimento artístico e literário surgido primeiramente em Paris dos anos 20, inserido no contexto das vanguardas que viriam a definir o modernismo no período entre as duas Grandes Guerras Mundiais. Reune artistas anteriormente ligados ao Dadaísmo ganhando dimensão internacional. Fortemente influenciado pelas teorias psicanalíticas de Sigmund Freud (1856-1939), mas também pelo Marxismo, o surrealismo enfatiza o papel do inconsciente na atividade criativa. Um dos seus objetivos foi produzir uma arte que, segundo o movimento, estava sendo destruída pelo racionalismo. O poeta e crítico André Breton (1896-1966) é o principal líder e mentor deste movimento.
A palavra surrealismo supõe-se ter sido criada em 1917 pelo poeta Guillaume Apollinaire(1886-1918), jovem artista ligado ao Cubismo, e autor da peça teatral As Mamas de Tirésias (1917), considerada uma precursora do movimento. "
(Wikipedia)

"Joan Miró i Ferrà (Barcelona, 20 de abril de 1893Palma de Maiorca, 25 de dezembro de 1983) foi um importante escultor e pintor surrealista catalão.
Quando jovem frequentou a Escola de Belas-Artes da capital catalã e a Academia de Gali. Em 1919, depois de completar os seus estudos, visitou Paris, onde entrou em contacto com as tendências modernistas como os fauvismo e dadaísmo.
No início dos anos 20, conheceu o fundador do movimento em que trabalharia toda a vida, André Breton, entre outros artistas surrealistas. A pintura O Carnaval de Arlequim, 1924-25, e Maternidade, 1924, inauguraram uma linguagem cujos símbolos remetem a uma fantasia naïf, sem as profundezas das questões psicanalistas surrealistas. Participou na primeira exposição surrealista em 1925.
Em 1928, viajou para a Holanda, tendo pintado as duas obras Interiores holandeses I e Interiores holandeses II. Em 1937, trabalhou em pinturas-mural e, anos depois, em 1941, concebeu a sua mais conhecida e radiante obra: Números e constelações em amor com uma mulher. Mais tarde, em 1944, iniciou-se em cerâmica e escultura. Em suas obras, principalmente nas esculturas, utiliza materiais surpreendentes, como a sucata.
Três anos depois, rumou pela primeira vez aos Estados Unidos. Já nos anos seguintes; durante um período muito produtivo, trabalhou entre Paris e Barcelona.
No fim da sua vida reduziu os elementos de sua linguagem artística a pontos, linhas, alguns símbolos e reduziu a cor, passando a usar basicamente o branco e o preto, ficando esta ainda mais naïf."
(Wikipedia)




(Wikipedia)